quarta-feira, 21 de maio de 2014

Banda Led Zeppelin é processada por plágio em 'Stairway to heaven'

Banda Led Zeppelin é processada por plágio em 'Stairway to heaven'

Advogado da banda Spirit cita a música 'Taurus', lançada em 1968.
Demora no processo é atribuída à falta de dinheiro para pagar custos.

Da EFE
Músicos Robert Plant, John Paul Jones e Jimmy Page, do Led Zeppelin, após serem homenageados no Centro Kennedy, nos EUA, neste domingo (2) (Foto: Drew Angerer/AFP)Músicos Robert Plant, John Paul Jones e Jimmy Page, do Led Zeppelin, após serem homenageados no Centro Kennedy, nos EUA, neste domingo (2) (Foto: Drew Angerer/AFP)
Os advogados do grupo americano Spirit vão processar a banda britânica Led Zeppelin por considerar que a introdução do clássico "Stairway to heaven" é um plágio de uma canção instrumental da formação californiana, informou nesta terça-feira (20) o jornal "Los Angeles Times".
Francis Alexander Malofiy, que representa o guitarrista do Spirit, Randy California, já morto, assegura que vai apresentar o processo pela semelhança existente entre o música do Spirit, "Taurus", de 1968, e "Stairway to heaven", lançada em 1971.
O objetivo de Malofiy é bloquear o lançamento de uma nova edição do álbum "Led Zeppelin IV", que inclui a faixa, e conseguir que Randy California seja reconhecido como coautor da canção.
Segundo a revista americana "Rolling Stone", Spirit e a família de California esperaram até agora para apresentar o processo porque antes não podiam pagar os advogados. A publicação sustenta que Spirit e Led Zeppelin tocaram juntos em quatro ocasiões, entre 1968 e 1969.
Pouco antes de sua morte, California declarou à revista "Listener", em 1997, que considerava que o sucesso do Led Zeppelin era "um plágio".
"Os meninos fizeram milhões de dólares graças a ela e nunca agradeceram nem se ofereceram a dar parte desse dinheiro. É algo que me dói. Pode ser que algum dia sua consciência consiga que façam algo a respeito", comentou na época. Por enquanto, os representantes do Led Zeppelin não se manifestaram sobre o processo.
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Inter tem uma grande idéia: que entulhos permaneçam compactados após a Copa.


Estacionamento com 900 vagas será construído sobre montanha de entulhos resultante da reforma do Beira-Rio

A 26 dias do primeiro jogo da Copa no Beira-Rio, entorno ainda está incompleto. Foto: Gabriel Jacobsen
A 26 dias do primeiro jogo da Copa no Beira-Rio, entorno ainda está incompleto. Foto: Gabriel Jacobsen
A solução emergencial de compactar e cobrir o entulho do entorno do Beira Rio para transformar o local em estacionamento para a FIFA pode se transformar em solução permanente. A ideia do Internacional é manter o platô construído sobre o entulho por tempo indefinido, possibilidade que não é rechaçada pela Prefeitura. O coordenador da Comissão de Obras do Conselho Deliberativo do Inter, Emídio Ferreira, afirma que se trataria de um aterro e que o material não causaria danos ao meio ambiente.
Após o Ministério dos Esportes aprovar ontem o projeto do estacionamento construído sobre o entulho, nessa manhã, o secretário de Gestão da Capital fez uma vistoria no local. Urbano Schmitt avaliou como “muito positiva” a situação das obras, que devem ser concluídas dias antes do primeiro jogo no Beira-Rio. Sobre o futuro dos entulhos após a Copa, o secretário afirmou que o tema ainda será avaliado.
O custo das obras viárias e de calçamento do entorno do Beira-Rio ultrapassa R$ 8 milhões. Entre as obras que terão que ser refeitas ou corrigidas está parte das calçadas, afetadas pelas máquinas da Andrade Gutierrez. Atualmente, o espaço destinado aos pedestres conta com buracos e pedras levantadas. Os dois estacionamentos construídos na extremidade sul do Beira-Rio vão comportar 1,4 mil vagas, todas distribuídas pela Fifa para sua equipe, autoridades e patrocinadores.


Fonte:Gabriel Jacobsen/Rádio Guaíba